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Pará de Minas,14/11/2024

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Explosões em Brasília: autor estava em Brasília havia meses e entrou no plenário do STF

g1.globo.com
Explosões em Brasília: autor estava em Brasília havia meses e entrou no plenário do STF
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Francisco Wanderley, de Santa Catarina, lançou artefatos contra o STF na noite de quarta-feira (13) e morreu na explosão de um deles. Documento da Abin diz que autor de explosão ameaçava políticos
Um relatório da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) obtido pelo blog indica que o homem responsável pelas explosões na Praça dos Três Poderes, em Brasília, na noite desta quarta-feira (14) estava em Brasília há meses e chegou a entrar no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF).
Francisco Wanderley Luiz lançou explosivos contra o STF na noite de quarta e morreu ao detonar um deles junto a si. Outros artefatos que estavam no carro dele, estacionado no Anexo IV da Câmara dos Deputados, explodiram na sequência.
Segundo o comunicado da Abin, o carro de Wanderley circula em Brasília desde 27 de julho de 2024. Em 24 de agosto, o homem postou uma foto dentro do plenário do STF dizendo que "deixaram a raposa entrar no galinheiro".
Na quarta, pouco antes de lançar explosivos contra a Corte, Wanderley postou mensagens no Facebook mensagens anunciando o ataque e manifestando ódio contra autoridades.
Nas postagens,
Afirmou que havia bombas escondidas nas casas do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e José Sarney, e que elas explodiriam em 72 horas.
Convocou os leitores para uma “revolução”, que teria início em 15 novembro.
Comparou a Polícia Federal à Gestapo, polícia secreta da Alemanha nazista, e à SS, guarda especial de proteção de Adolf Hitler, e pediu a Donald Trump que enviasse uma “operação Storm”. Esta falsa operação é uma teoria da conspiração sobre uma suposta ação para prender políticos e autoridades.
Dirigiu-se aos Generais Freire Gomes e Tomás Paiva – ex e atual comandantes do Exército – para que ficassem "ao lado do povo" “se por acaso for decretado Estado de sítio”, “do contrário, a inteligência vai entrar em ação”.
Dirigiu-se ao Diretor-Geral da Abin, afirmando que os “discípulos guerreiros da divindade” estariam em toda a América Latina.
Segundo a Abin, Wanderley é réu em diversas ações penais, entre elas crimes contra a incolumidade pública (quando é criada uma situação de perigo ou risco para a saúde pública, serviços públicos ou a segurança pública, por exemplo), por infração de medida sanitária, crime de desobediência e furto.
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Francisco Wanderley Luiz
Reprodução/Redes sociais

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